CIDADE VELHA: Arte contemporânea e património artístico dão mote a conferência internacional

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O Berço da Nação cabo-verdiana é, cada vez mais, um grande centro das artes e da cultura, de que são exemplo este evento, subordinado ao tema “Arte Contemporânea e o Património Artístico”, e a coletiva de pintura “Identidades: âncoras de passagem” com obras de Manuel Figueira, José Maria Barreto, Alex da Silva, Nelson Lobo e Tchalé Figueira


 

Especialistas de Cabo Verde, Portugal e Espanha participam hoje, na Cidade Velha, numa conferência Internacional subordinada ao tema “Arte Contemporânea e o Património Artístico”, numa organização da Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago e da Curadoria de Cidade Velha, em parceria com o projeto “Conceito Itinerante”. O evento tem por palco o auditório da autarquia.

A conferência desdobra-se por quatro comunicações, nomeadamente: “Arte contemporânea e os espaços: desafios de preservação”, por Mariza Bruno; “Inovar no olhar e a queda de paradigmas na construção do olhar cabo-verdiano sobre as artes contemporâneas”, por Abraão Vicente; “Modernidade e património no conceito de arte contemporânea”, por Lourenço Gomes, e “A instituição arte e a arte contemporânea: uma relação de amor/ódio”, por Sérgio Luís Hernandez Morales.

O evento enquadra-se nas comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, assinalado a 18 de abril, tendo paralelamente patente uma exposição coletiva de pintura no Convento de São Francisco que se prolonga até dia 30 deste mês. “Identidades: âncoras de passagem” leva ao público obras de grandes nomes da pintura cabo-verdiana como Manuel Figueira, José Maria Barreto, Alex da Silva, Nelson Lobo e Tchalé Figueira.

(na foto, pormenor de uma obra de Tchalé Figueira) 

 

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