Perspetivas para crescimento económico de Cabo Verde em 2015 “são boas” – FMI

Escrito por Editor JSN . Publicado em Economia e Negócios

 

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considerou hoje que as perspetivas de crescimento económico de Cabo Verde em 2015 “são boas”, tendo em conta a política económica adoptada pelo Governo até este momento no país

 

A chefe da equipa do FMI, Ulrich Jacoby, afirmou que a política económica adoptada pelo Governo, nomeadamente a utilização do financiamento concessional para infra-estruturar Cabo Verde, do ponto de vista físico e institucional, “foi importante” para o país.

Apesar da validação da política económica adoptada pelo Governo, o FMI coloca novos desafios em relação à dívida e ao deficit em Cabo Verde.

Em relação a esta questão, a ministra das Finanças e do Planeamento, Cristina Duarte, reafirmou o engajamento do Governo na diminuição do programa de investimentos públicos, levando até ao horizonte temporal de 2018, reduzindo gradual o deficit.

“Quem analisa o Orçamento do Estado para 2015 vê que, de fato, o Governo está engajado na diminuição do programa de investimentos e de ajustamento gradual do deficit”, salientou.

O chefe da missão do FMI disse que apesar de alguns fatores que “contribuíram negativamente” para o crescimento económico em Cabo Verde, entre eles a diminuição do fluxo turístico por causa do ébola, a seca, a erupção vulcânica e a não retoma da economia europeia, prevê-se “alguma recuperação” da economia cabo-verdiana em 2014.
Para 2015, a ministra das Finanças prevê um crescimento da economia cabo-verdiana a volta dos 3%, tendo em conta a infra-estruturação do país, as reformas económicas, a nível fiscal, do ambiente de negócio, da gestão portuária, aeroportuária e energética.

Cristina Duarte disse ainda que as perspectivas para 2015 “são boas”, porque Cabo Verde continua a ter os factores positivos de 2014, nomeadamente a “forte exportação” do pescado e a retoma do investimento directo estrangeiro.

De acordo com as medidas adoptadas pelo BCV, o Governo acredita que vai haver uma retoma do crédito a economia, particularmente ao sector privado, afiançou a ministra.

 

 

Inforpress

 

 

 

 

 

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