Aposta de Cabo Verde deve ser no turismo, agronegócio e oceano

Escrito por Editor JSN . Publicado em Economia e Negócios

“Cabo Verde tem de enfrentar esse desafio e criar emprego baseado em setores que têm a capacidade de criar riqueza, nomeadamente o turismo, o agronegócio e o oceano" - sustenta Ulrika Richardson-Golinski

 


A ideia é sustentada coordenadora residente do Sistema das Nações Unidas em Cabo Verde, Ulrika Richardson-Golinski, considerando o melhor caminho para um país que tem poucos recursos e precisa de resolver o problema do desemprego jovem, neste momento situado nos 36%.

“Cabo Verde tem de enfrentar esse desafio e criar emprego baseado em setores que têm a capacidade de criar riqueza, nomeadamente o turismo, o agronegócio e o oceano, que são setores chave, já que o País não tem um grande mercado”, sustenta Ulrika Richardson-Golinski.

Defende também que o País deve ser “muito inovador”, o que passa por mudar alguns paradigmas, nomeadamente, no turismo, onde não se pode apenas pensar em sol e praia, única forma de Cabo Verde continuar a aumentar o número de turistas que visitam as ilhas.

O turismo deve ser entendido como uma oportunidade para outros setores, como é o caso do agronegócio, que pode vir a abastecer os hotéis com os produtos que estes precisam. Mas para tal, é necessário investir-se na produção agrícola para que o País diminua as suas importações.

O mar é outro setor que deve merecer a aposta de Cabo Verde, investindo fortemente para o conhecer melhor e as suas possibilidades, nomeadamente em matéria de energia e pesca, mas também no que respeita aos desportos náuticos.

 

 

 

 

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