GUINÉ-BISSAU: 23 observadores da União Europeia acompanham eleições gerais

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Na reta final a caminho das urnas, Bissau é um fervilhar de observadores. O antigo presidente Joaquim Chissano também se encontra na capital guineense chefiando uma missão africana, composta por várias instituições, parlamentares e organizações de defesa dos direitos humanos


 

Uma missão da União Europeia (UE), composta por 23 observadores chegaram ontem à Guiné-Bissau e já estão esta quarta-feira no terreno para avaliar o processo das eleições gerais do próximo domingo, 13 de abril.

No mesmo dia em que chegaram, os observadores europeus receberam formação intensiva sobre a realidades eleitoral e sociopolítica daquele país. Os 23 observadores juntaram-se a um grupo de 16 que se já encontram no terreno desde 16 de março último em várias regiões da Guiné-Bissau. Mas, durante esta semana, juntam-se à Missão de Observadores da União Europeia (MOE-UE) quatro elementos do Parlamento Europeu. A intenção desta missão é garantir que o processo eleitoral decorra de forma livre, democrática e justa.

Chissano chefia missão de observação africana

Quem se encontra também em Bissau é o antigo presidente de Moçambique Joaquim Chissano, que chefia a missão de observação africana (AUEOM). A AUEOM integra 50 observadores de várias instituições do continente, incluindo membros do parlamento pan-africano, mas também de organizações de defesa dos direitos humanos.

com Lusa e Angop

 

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