GUINÉ-BISSAU: Domingos Simões Pereira apela ao fim da perseguição a políticos

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O líder do PAIGC (e antigo secretário-executivo da CPLP) está preocupado com a ação de alguns setores das forças de Segurança e Defesa que, durante a campanha eleitoral, têm vindo a condicionar a atividade de alguns atores políticos


 

O líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) apelou esta terça-feira, em Bissau, ao fim da perseguição a políticos naquele país, uma situação que se tem vindo a verificar na própria campanha eleitoral em curso. “Temos que parar com a perseguição, as nossas forças de Segurança e Defesa são os nossos irmãos, não há nenhum projeto de construção do país que não passe pelo entendimento com eles. Por isso temos que ter confiança entre nós, deixemos de perseguir-nos uns aos outros”, disse Domingos Simões Pereira num ato público de apresentação do seu programa eleitoral.

O antigo secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) disse que o seu partido não está interessado “numa vitória que vai contentar uma parte dos guineenses”, pelo contrário: “estamos apostados naquilo que vai juntar todos, mostrando que somos capazes de construir um futuro de paz no nosso país”, acentuou o presidente do PAIGC.

Após três dias de luto nacional pela morte do antigo presidente Kumba Yala, a campanha eleitoral para as eleições gerais de domingo, 13, está a adquirir um novo impulso, com os principais líderes a disputarem taco-a-taco o voto dos guineenses.

com Novas da Guiné-Bissau

 

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