PAPA: Reforma do Vaticano não será fácil

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Francisco quer que as finanças da Santa Sé sejam "transparentes" e "eficientes", e que se traduzam em auxílio concreto aos mais necessitados. Para isso é necessário mudar mentalidades. Ideias expressas aos membros do Conselho para a Economia, recentemente nomeado


 

Num encontro com administradores (cardeais, prelados e leigos) que compõem o Conselho para a Economia, nomeado por si em fevereiro último, o Papa considerou que a reforma do Vaticano não será tarefa fácil. Francisco considera que os critérios a adotar para a reestruturação da Santa Sé passam por mudar de mentalidade e garantir que as finanças sejam "transparentes" e "eficientes", bem assim que se traduzam em auxílio concreto aos mais necessitados.

O chefe da Igreja Católica considera que este desafio é grande e implica fidelidade, transparência e coragem para se reverter a situação em que se encontravam as finanças do Vaticano, muitas vezes ao serviço de interesses pouco claros e com ligações pouco recomendáveis.

O Conselho para a Economia é composto por 15 elementos, provenientes de 12 países, e não sendo nenhum deles funcionário do Vaticano. Esta estrutura irá colaborar diretamente com o Secretariado para a Economias e Finanças (também constituído recentemente), liderado pelo cardeal australiano George Pell.

com RR

 

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