CASIMIRO DE PINA: O arroto neurótico de um tipinho assustado

. Publicado em Opinião

Se o ridículo matasse, Samilo cabeça mole já estaria, neste momento, morto e enterrado. Quando é que o sr. Samilo publicou algo de jeito numa revista especializada, exceptuando, claro, esses peidos que vai largando gratuitamente na Internet?! Bem, estou simplesmente a brincar. Sei que isso é pedir demais para um cérebro de ameba


 

“Ele pode parecer um idiota e até agir como um idiota, mas não se deixe enganar: é mesmo um idiota!” – Groucho Marx

Calma, moleque! Todos já perceberam que o sr. Samilo Moreira é um garoto-propaganda que teve o supremo azar de se meter num beco sem saída. Bem feito.

O rapaz ficou tão assustado e desmoralizado que, contorcendo-se de dor nos subterrâneos da impotência, levou quase uma semana para parir um… nado morto!

Os neurónios samilianos, que já não eram lá grande coisa, passaram agora a funcionar em passos de caracol, remando, penosamente, entre a neurose invencível e a estupidez irreprimível.

Está a ver, oh cabeça mole, como se escreve?

O terceiro parágrafo deste texto, por ex., é mais um daqueles exercícios que só uma mente imaginativa e treinada no ofício consegue fazer, combinando a elegância na escrita com a eloquência do raciocínio, em frases plásticas eivadas de uma beleza indiscutivelmente literária e filosófica.

Já o fiz tantas vezes que até perdi a conta. 100, 500, 1000 vezes, sei lá. Sou assim, oh pobres de espírito. Não sei escrever de outra forma. Não consigo imitar os samilos desta vida!

É isso, aliás, bem o sei, que provoca a ira de atrasados mentais como o Samilo, ao ponto de afirmarem, com a sanha doentia dos invejosos, que “não consigo” produzir uma única ideia ou pensamento original. Freud explica!

Mas é óbvio que eu nunca esperaria elogios de idiotas ou mentecaptos que mal sabem redigir uma frase sem cometer uma dúzia de erros graves. Convenhamos, seu plagiador de meia tigela.

Espero, sim, elogios e incentivos de pessoas competentes. De pessoas que percebem do assunto e têm autoridade intelectual, alicerçada numa obra reconhecida e exemplar, para criticar ou avalizar.

O Filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, dono de uma obra filosófica monumental, é uma delas.

Já que o nosso parolo do Facebook fala tanto do Prof. Olavo, sugerindo, rancorosamente, que ando a copiar ou plagiar o grande mestre, nada melhor do que transcrever as palavras que o artesão d’ O Jardim das Aflições (considerado, por certos entendidos, como um dos maiores livros do séc. XX) escreveu, com o seu timbre inigualável, no meu livro Ensaios Jurídicos – Entre a Validade-Fundamento e os Desafios Metodológicos:

“Dos desejos, valores e crenças nascem as leis, que em seguida se cristalizam no ar e pesam sobre os homens como forças da natureza, impessoais e anônimas. A tentação de raciocinar só a partir das leis vigentes, da norma positiva, é quase irresistível para os que falam em nome do sistema e amam personificar a autoridade dele. É assim que a ordem legal, concebida para abrigar e proteger a comunidade, se transmuta pouco a pouco em máquina de opressão, surda a todos os apelos da alma.

Então é preciso dissolvê-la com o mercúrio da análise e reencontrar, no fundo dela, a raiz e a inspiração de onde brotou, para refazê-la com rosto mais humano.

Raramente vi alguém aventurar-se em empreendimento tão nobre e tão necessário com a inteligência, o brilho e a integridade de Casimiro de Pina”.

Palavras para nenhum estouvado botar defeito, dir-se-ia.

Mas não é só Olavo de Carvalho, que aliás já seria suficiente, há-de se convir.

Também o poeta Arménio Vieira, um dos vultos da cultura lusófona, tem elogiado o meu trabalho, tanto na forma como no conteúdo. Etc., etc..

Samilo, o ridículo, havia de ouvir as palavras que o Professor Doutor Bellino Sacadura disse a respeito do meu trabalho, ou os elogios que uma figura tão insuspeita como o Ministro do Ensino Superior, Ciência e Inovação, António Correia e Silva, pronunciou, publicamente, numa tertúlia à volta da minha obra, rodeado de convivas atentos e interessantes. Etc., etc.. Que Deus nos livre dos cretinos.

Ainda há dias, um docente da UNI-CV confidenciou-me que os meus textos têm sido usados, por ele, como modelos para discussão e análise na respectiva turma, sobretudo quanto ao uso de certas técnicas literárias.

Revistas estrangeiras, dirigidas por figuras de renome, franquearam-me as suas portas.  

Se o ridículo matasse, Samilo cabeça mole já estaria, neste momento, morto e enterrado.

Quando é que o sr. Samilo publicou algo de jeito numa revista especializada, exceptuando, claro, esses peidos que vai largando gratuitamente na Internet?!

Bem, estou simplesmente a brincar. Sei que isso é pedir demais para um cérebro de ameba. Adiante.

Samilo é um retardado mental que, definitivamente, não pensa naquilo que escreve.

Sofregamente, fingindo dialogar com um amigo, diz: “Acreditas que o Homem leu todos os autores que menciona nos seus textos? Aonde?”.

É o clássico argumentum ad ignorantiam!

Como não conhece, julga, neuroticamente, que os outros também não conhecem. É da lei.

O jumento zurra e julga então, no altar da incapacidade petulante, que o seu som é a única música possível no universo. Ai, ai, ai!

O pateta alegre insiste, todavia: “O Casimiro rouba ideias do blogue de Olavo de Carvalho e sites brasileiros e depois aparece a dizer que leu”.

É curioso. Passo a vida a “roubar” ideias e frases de Olavo de Carvalho, mas ele, coitado!, tão ingénuo, nunca se dá conta disso.

Ainda há dias, depois de eu ter publicado, num jornal brasileiro, um dos meus últimos artigos, o notável Filósofo, conhecido pelo seu rigor implacável, fez questão de elogiar o meu texto, qualificando-o de… excelente.

Como o Samilo pensa às avessas, juro que ainda vai considerar esse elogio uma severa punição pelo meu imperdoável “crime”!

Prezados amigos e irmãos. Vou parar.

Deixo-vos, em êxtase certamente, com os “parafraseamentos e citamentos” (sic!!!) do genial Samilo.

Deliciem-se também com isto, ainda da lavra do jeitoso: “O Casimiro é incongruente e um paradoxo ao próprio raciocínio do problema conceptual…”. Compreenderam alguma coisa?! Por Zeus…

E isto, ehhhhhhhhhhhh: “Os alunos são as vitimas não as causas senhor professor”!

Outro modelo samiliano de arte narrativa, naco suculento, convenhamos, de boa prosa: “Será que a cobaduras nos debates nos jornais online não deve-se ao mesmo facto?”!!!!!!!!!!!!!

Bem, fui! Rir demais faz mal…  

Casimiro de Pina | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Artigo relacionado

SAMILO MOREIRA: O "Up Grade" do Costume do Casimiro de Pina

 

comments

Comentários (12)

Cancel or

  • Ora deixa ver «raciocínio do problema conceptual…». Eh pá, essa é difícil... não foi o JMN... não foi essa figura de intelectual columbófilo que é o Filú... também não foi esse outro intelectual de seu nome Nelson Centeio... tão-pouco o Maurício dos grogues... Já sei, só pode ser uma excitação samiliana. Em vez de baunilha, pode ser um gelado de limão, Casimiro de Pina?
  • Adivinhem, adivinhem! Quem foi o analfabruto que escreveu esta salgalhada sem sentido: "O Casimiro é incongruente e um paradoxo ao próprio raciocínio do problema conceptual…”?!

    Dou um gelado de baunilha a quem acertar...
  • Sem querer massacrar esses ignorantes do facebook, essa gente triste e inculta, sempre se poderá dizer, ainda, que o DESUSO pode ser visto como uma fonte legítima de...revogação de normas, jurídicas ou de outra natureza. É uma discussão complexa. Mas incontornável.

    Uma jurisprudência cada vez mais acutilante, e significativa, vem defendendo precisamente esta orientação, amparada nos estudos da sociologia do direito e na nova hermenêutica, de Lévy-Bruhl a J. Baptista Machado. Enfim, há outros mundos, já avisara Karl Popper, que tagarelas como samilo e antónio pereira estão, contudo, longe de conhecer!

    Trabalhinho de casa, seus estafermos!
  • Um pequeno aviso à cambada: só não sonhem comigo, nem você António nem o Samilo, com esse seu arzinho sofrido tipo Ricky Martin!
  • Calma, seu parolo! Calma. Estão a ver? Estou a fazer, na verdade, um imenso favor (e sem cobrar um tostão, diga-se) a essa cambada, tanto a esse desmiolado do samilo moreira como aos seus camaradas de plantão. Sou, dir-se-ia, um discípulo moderno de S. Francisco de Assis!

    Agora esses preguiçosos, espicaçados por uma mente superior, já não dormem! Coitados. Têm que estudar, pesquisar alguma coisa, nem que seja na wikipedia ou, meio a correr, num outro sitezinho qualquer da Internet! Vocês devem-me este favor, seus tristes ingratos duma figa. Adiante.

    É verdade, sr. António: "citamento", embora seja uma palavra caída em desuso, existe. Confirma-se. Fui ver num dicionário confiável, e lá encontrei a palavra.

    Mas veja a sua tremenda DESONESTIDADE e falta de carácter. Já não fala de...parafraseamento!

    Mesmo neste novíssimo dicionário online (http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/;jsessionid=JY1YP7n1Ld0KoJSSTAqMog__), adaptado ao novo Acordo Ortográfico, o resultado da procura é simplesmente...ZERO! Ou seja, a palavra, usada pelo seu amigo, realmente não existe. No dicionário da Porto Editora é a mesma coisa. É sintomático, aliás, que você tenha fugido de mansinho...

    Isto quer dizer, meu caro, que o motivo das minhas gargalhadas mantém-se, só que vou rir menos, não se preocupe, do pobre Samilo. Agora, nesta parte, só rio enfim 50%, ehhhhhhhhhh! É a austeridade "neoliberal" no riso, lol!!!

    O Samilo cabeça mole, como já mostrei em tantas situações, é um desastre autêntico. Em tudo. Ora, você é bem pior, sr. António Pereira; muito pior até.

    Quando diz, no seu primeiro post, "O parafraseamento é quando usamos a frase completa de um autor. A citação é o parafraseamento indirecto", o amigo revela que é um perfeito ignorante e um analfabeto funcional puro sangue. Não sabe, aliás, construir uma única frase correcta.

    Vai lá fazer o trabalhinho de casa. E pára de reclamar! É só mais uma noite sem dormir, oh parolo. Procure num dicionário qualquer o significado das duas palavras, e traga o resultado completo para aqui, com sites, referências e tudo!

    Vá lá, seu trapalhão! Disappears!
  • Caro Casimiro,
    Citamento é o mesmo que citação. É só pesquisar. http://www.dicio.com.br/citamento/
    O Casimiro pode indicar o que está errado?
    Abço
  • "A citação é o parafraseamento indirecto"? Que burrice é essa, sr. António?!

    Não, assim já é demais.
  • Bem, pelos vistos o (mau) exemplo do pobre Samilo Moreira deu frutos! Ufa. Agora vem o sr. António Pereira (clone do parolo?!) comentar um suposto "erro grave" que eu teria cometido. O mais engraçado é que o novel analfabeto funcional, armado em carapau de corrida, não percebe que eu apenas TRANSCREVI duas palavras absurdamente mal escritas pelo seu amigo Samilo, o filódoxo: parafraseamentos e citamentos (sic). Aberração total. Ou seja, da minha parte, estava apenas a gozar com essa sucessão incrível de parvoíces samilianas. Entendeu agora, ó António, ou quer que eu faça desenhos?! Arre!
  • Li com muito gosto o texto, meu caro amigo Casimiro. Um texto, deveras, claro, bem escrito e dá prazer de ler mesmo. Acredita que quando terminei a leitura fiquei com vontade que o texto fosse maior. Continue! Você é imbatível. Orgulho ter um amigo do seu calibre. Abraço


  • Caro Casimiro,
    Não vou entrar em discussão de duas pessoas.Mas, o Casimiro acaba de comentar um lapso ao considerar “parafraseamentos e citamentos” como iguais ou sinónimos.Não podemos exigir que outros cometa erros ou falhas ao escrever, quando acabou de cometer um erro grave no conhecimento desses dois conceitos. O parafraseamento é quando usamos a frase completa de um autor.A Citação é o parafraseamento indirecto, ou seja, é quando usamos uma ideia de um autor , mas acrescentando a nossa parte afim de demonstrar que percebemos o que o autor defende.Nos trabalhos académicos geralmente usa-se mais Citações do que parafrasemento.
    Obs: Já agora, qual o motivo de, em vez de debater a critica gostas de ofender? É só uma curiosidade.
  • Agradeço ao sr. Pedro Furtado pelo seu comentário. Enfim, um imenso obrigado (ab imo pectore, decerto) a todos aqueles, e são muitos, que me têm seguido ao longo dos anos. Aos meus amigos e aos meus adversários, que me ajudaram, de uma forma ou doutra, a crescer. A ser mais e melhor. Não espero, naturalmente, que todos concordem comigo, mas, unicamente, que sejam leitores leais, cultos e sinceros, nessa longa cadeia de conversação antevista por Edmund Burke. Ah, é verdade! Ao nosso grande filódoxo do Facebook, samilo moreira, gostaria de recordar, ainda, que a pessoa que prefaciou (por algum motivo...) o meu livro chama-se Paulo Ferreira da Cunha, professor catedrático em vários países e universidades. Eis um "breve" curriculum vitae deste grande pensador, pedagogo, constitucionalista, literato de fina estampa e humanista neorenascentista, membro, aliás, de inúmeras agremiações científicas internacionais: http://pfcv.blogspot.com/2009/06/pequeno-cv-academico.html
  • No plano ideológico discordo muitas vezes do Dr, Casimiro de Pina. Temos diferentes visões do mundo. Mas dizer que não tem ideias próprias e é plagiador, não passa de uma leviandade que traduz bem o caráctcr de Samilo Moreira. Incapaz de argumentar no plano das ideias, frustrado pela sua menoridade intelectual, o pobre do Samilo pariu um texto onde (aí sim!) não se vislumbra uma lógica coerente, para mais exibindo uma escrita rasteira. Será que o Samilo é analfabeto funcional?

Comentar


Código de segurança
Atualizar