CARLOS FORTES LOPES: A nova liderança politíca para Cabo Verde

. Publicado em Opinião

Estamos aproximando do fim do primeiro trimestre deste ano pré-eleitoral e, fazendo uma ronda às matérias dos discursos dos líderes do PAICV e MPD, podemos concluir de que a ansiedade por esses lados é super elevada e incomodativa para ambos os grupos de trabalho

 

A jovem líder do PAICV, arrogantemente, já até diz que o partido sob a sua liderança será o vencedor das três eleições de 2016, com maiorias qualitativas e quantitativas!?

Enquanto isso, pelos lados do MPD, em forma de disputa contraditória e psico-politico, os dirigentes já preparam as festividades da vitória eleitoral, antecipando o resultado das urnas eleitorais de 2016.

Portanto, esses dois partidos continuam, arrogantemente, a ignorar o povo eleitor de Cabo Verde, sem se preocuparem com o que poderá este povo estar a analisar, para identificar o novo Líder carismático e a Nova Onda Política no País.
Pois, tudo indica de que este "inocente e inofensivo" povo das ilhas de Cabo Verde já iniciou o seu trabalho de casa, com vista a fazer a escolha certa do grupo que resgatará o país das garras desses dois monstros político partidários que vêem destruindo o nosso querido Arquipélago.

A criatividade social, a coragem, o fôlego e as ideias, já fazem parte das forças sociais emergentes no seio deste Povo Sofredor.

Parecendo que não, mas a sociedade, através das redes sociais, já dá sinais de organização a volta da causa nacional de uma nova onda política nacional.

Desta organização constam já, além de outras forças de ação social, uma rede de recolha de dados, para efectuar denúncias públicas, através de contas anônimas no You Tube, para desmascarar os comissários políticos e as suas ilegalidades políticas de compra de consciências.

Logicamente que tudo farão esses dois partidos, para tentarem intimidar os pobres coitados e, estaremos atentos e convitos de que o orgulho cabo verdeano falará mais alto que a recompensa momentânea, tendo como base o já conhecido prolongamento do sofrimento, após as eleições.

É lógico de que na perspetiva de manterem o domínio político nacional tudo farão esses dois partidos para comprarem a consciência do pobre povo eleitor destas ilhas desafortunadas.

Nesta perspetiva, a CPN está convita de que em 2016, por mais pobre que alguém for, será capaz de analisar o percurso do país, durante os últimos 25 anos, e acabar exercendo o seu direito cívico de voto secreto, independente e sob o maior sigilo possível.

Estamos optimistas de que o povo eleitor não deixará, jamais, ser ludibriado pelas ameaças dos comissários políticos desses partidos de comprovado nepotismo político e governamental.

O povo eleitor do Arquipélago vem evoluindo dia-a-dia e já começou a demonstrar uma abertura singular aos consagrados direitos constitucionais de cidadão livre independente e democrático.

A Coligação Política Nacional conta com o apoio incondicional de todos, para informar e formar a nossa sociedade sobre os seus inúmeros direitos constitucionais e os processos de ilegalidades punidos pelas leis internacionais, caso as instâncias nacionais não funcionarem de acordo com as necessidades do povo destas ilhas.

Para conseguirmos alcançar esse objetivo, precisamos da devida colaboração profissional da Comunicação Social Estatal, sustentada pelas contribuições deste dos cabo verdeanos, retribuindo ao povo o valor respeitante à arrecadada contribuição via o IUR e o IVA.

Este fortalecimento informativo da sociedade civil, decerto que terá que abranger todas as camadas da sociedade e respeitar todos os direitos internacionais até agora estipulados pela instituição dos Direitos Humanos e de cidadania participativa.

Nesta perspetiva, devemos, todos, interrogar-mo-nos sobre o valor da nossa contribuição e como aplicá-la na remodelação da política cabo verdeana.

Estamos cientes de que em algumas ilhas do Arquipélago teremos algumas dificuldades informativas, devido à falta de meios técnicos e humanos mas, estamos convitos de que os milhares de jovens desempregados estarão connosco nesta caminhada, convencendo todos os eleitores a dirigirem às urnas e depositarem o seu voto secreto, sob o sigilo da urnas.

Os criminosos compradores das consciências dos pobres coitados terão que ser identificados, antecipadamente, para que possamos contrapor com a tática da denúncia, via o novo método electrónico à nossa disposição.

Há que redinamizar todos os setores e grupos de base, de modo a sentirem-se motivados, a ponto de enfrentar as máquinas políticas do PAICV e do MPD.

Para que isso aconteça, teremos que articular as bases da juventude e das mulheres, para conquistarmos uma boa faixa dos simpatizantes desta nova onda política de resgate de Cabo Verde.

A Coligação Política Nacional não prometerá tachos a ninguém e nem tão pouco prometerá ser a tábua da total salvação do país, mas sim um remédio para os males crônicos que apoderaram do sistema político nacional.

A CPN promete trabalhar arduamente na conquista da confiança das populações, para que, juntos possamos ser capazes de identificar, eliminar e ou controlar os males como a corrupção, a hipocrisia, o nepotismo e as demagogias político partidárias.

O desastroso nível de desemprego que apoderou do país e o nepotismo político dos governantes, em colocar incompetentes colegas militantes a desempenharem cargos de altas responsabilidade para a economia e finanças deste pobre país, mesmo quando já haviam dado provas da incapacidade profissional e falta de ética ao serviço do Estado, são dados suficientes para o povo eleitor, através do seu voto, determinar a respetiva mudança política e de gestão governamental.

Os líderes da Coligação Política Nacional também prometem estar presentes em tudo quanto for necessário e possível, para debater, olho a olho, com o povo eleitor, sobre qualquer que seja o assunto em causa e do interesse nacional e ou regional.

Está na hora da mudança, e a Coligação Política Nacional está disposta a reunir todas as pessoas necessárias para fazer funcionar o novo sistema político do país.

Pois, este país não pode deixar ser governado por estes que só querem o bem estar pessoais e dos familiares e colegas militantes.

Na Coligação Política, ninguém é obrigado a assinar nenhum documento de militância e todos são livre de escolher o político que os deve representar em instâncias governamentais.

Está na hora do outro lado da moeda ser analisado e explorado, para o bem do país e a satisfação deste Povo Sofredor.

Cabo Verde só tem a ganhar com a eleição do grupo da Coligação Política Nacional, que promete restituir a credibilidade nacional e internacional, com a aplicação da democracia participativa a toda a extensão das palavras.

Nesta desfavorável conjuntura econômica, atual, a solução credível e justa recai sobre o voto na Coligação Política Nacional (CPN).

 

 

A Voz do Povo Sofredor

 


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