CARLOS FORTES LOPES: O PAICV e a sua máquina de corrupção

. Publicado em Opinião

Nestes últimos dias, estive muito ocupado com a publicação, no Amazon.com, de mais dois trabalhos literários da minha autoria e, hoje, já a celebrar o sucesso das publicações, vou vos falar de assuntos que estão expostos nos textos do meu livro "Cabo Verde - O outro lado da política"

 

 

 

As nossas persistentes investigações dão-nos contas de corrupções a todos os níveis da governação do PAICV.

Numa altura em que ainda não conseguimos ver o resultado da tão proclamada publicação do Passaporte Electrónico Cabo-Verdiano, deixando centenas de cabo-verdianos prejudicados pela incompetência dos serviços de passaportes nacionais.

Um número bem considerável de cidadãos, nossos conterrâneos, encontram-se em apuros pela não renovação atempada dos seus passaportes cabo-verdianos.

A situação é tão lastimável que alguns desses conterrâneos nossos não conseguiram renovar os seus contratos de trabalho e outros ficaram retidos em Cabo Verde, perdendo o contrato de trabalho no país de acolhimento.

Inúmeros são os casos de cabo-verdianos emigrantes que pretendiam e pretendem estar com os pais durante a celebração de datas importantes e de aniversários como os 80 ANOS de vida, que se viram privados destas importantes celebrações, apenas porque este Governo do PAICV não consegue programar um simples processo de passaportes, tanto a nível nacional como nos serviços consolares no estrangeiro.

Enquanto isso, já chegaram-nos informações que dão conta da violação descarada do Código Eleitoral, de certas embaixadas, que estão pagando milhares de Euros a militantes do partido que sustenta o Governo, para fazerem o trabalho sujo da compra de consciências na emigração

As Embaixadas e Consulados em representação diplomática deste Governo do PAICV, estão descaradamente, aliás como sempre fizeram, apenas preocupados com as próximas eleições, trabalhando apenas e somente no terreno político partidário, ignorando as leis internacionais da diplomacia e o Código Eleitoral Nacional.

Temos informações de reuniões meramente partidárias que são realizadas semanalmente e ou até quase diariamente, em certos Consolados e Embaixadas Cabo-Verdianos, apenas para se debater estratégias de campanha do partido que sustenta o Governo.

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) precisa prestar mais atenção às ilegalidades praticadas por esses indivíduos que deveriam estar a trabalhar em representação diplomática do País.

O Presidente da República tem poderes para investigar e, caso se confirmar o aqui relatado, deve, conforme está estipulado na Lei Magna, aplicar as devidas sanções e exigir a imediata remoção desses indivíduos, de exercerem cargos diplomáticos.

As denúncias sobre a distribuição de montantes, em dezena de milhares de Euros, etc., etc., não pode passar despercebido e ainda vamos a tempo de repor a legalidade nas nossas embaixadas e consulados.

Bem haja um Cabo Verde livre de corrupções políticas e que o eleitorado saiba analisar estas e outras informações, antes de depositarem o seu voto nas urnas, no próximo dia 20 de Março.

 

A Voz do Povo Sofredor

 


Carlos Fortes Lopes/ Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

 

 

 

 

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