Calote do PAICV condicionou escolha de Cabo Verde na CEDEAO

. Publicado em Política e Cidadania

Não fosse a questão da dívida, Cabo Verde teria assumido a presidência da CEDEAO. PM garante, no entanto, que o País está a pagar as suas dívidas

 


Durante cerca de 14 anos, Cabo Verde não pagou as quotas à CEDEAO e quando chegou a hora de poder presidir a Comissão, os adversários do arquipélago colocaram esta questão em cima da mesa e fizeram cair por terra a nossa vez.


Os valores da dívida são elevados, e situam-se na ordem dos 25 milhões de euros. O governo do PAICV liderado por José Maria Neves e que vigorou até 2016, não honrou os compromissos de Cabo Verde durante cerca de 14 anos naquele e noutros organismos e os reflexos desta falha são agora sentidos.


O Governo do MpD vem trabalhando para credibilizar o nome do País e renegociou o pagamento da dívida mas mesmo assim não foi suficiente para colocar Cabo Verde na presidência da Comissão da CEDEAO.


UCS garante que o País pagou as quotas de 2017 e que o valor da dívida foi renegociado e será pago num horizonte de cinco anos.


Quando os adversários de Cabo Verde colocam a questão da dívida sobre a mesa para abortar a escolha do nosso País para presidir a Comissão da CEDEAO facilmente concluímos que se o governo do PAICV, entre 2001 e 2016 tivesse honrado os compromissos junto da CEDEAO, neste momento não teríamos dificuldades em presidir o organismo.

 

 

 

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